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Colégio | Quem somos

HISTÓRIA DO COLÉGIO MARISTA DE CARCAVELOS

Os Irmãos Maristas fundaram em Portugal a sua primeira Escola em Outubro de 1947, na Rua da Estrela, em Lisboa, denominada primeiramente Colégio Champagnat, e mais tarde Externato Champagnat. 
Começou apenas com cerca de 30 alunos e três anos mais tarde contava já duas centenas. 
Em 1950 abriram um Internato na Quinta de Vila Formosa, junto ao Aeroporto, a que chamaram Colégio Champagnat, com uma dúzia de alunos internos e 10 externos. 
No ano seguinte já eram 50, e ao fim de 3 anos atingiram o máximo que as instalações permitiam, 83 alunos, tendo sido obrigados a recusar 125 por falta de espaço. 
Hoje essa Escola mantém o nome, não sendo administrada pela Congregação dos Irmãos Maristas. Por volta de 1960, as instalações tornam-se exíguas, o que levou à procura de um espaço mais adequado que satisfizesse as exigências pedagógicas e vivenciais dos estudantes.  
O projecto de uma Escola com melhores condições viria a concretizar-se num lugar privilegiado da linha do Estoril, em Carcavelos.  A opção pelo local,  por circunstâncias quase fortuitas,  não foi alheia certamente a procura que então havia por internatos em zonas que atravessavam um aumento demográfico apreciável. A concretização do projecto foi graças a entidades privadas e públicas que reconheceram a utilidade de uma Escola Marista nesta zona.  O lugar onde a Escola se implementou apresentava características rurais, quintas que seriam progressivamente invadidas por uma crescente urbanização. Esta urbanização resultava de três factores fundamentais: o aumento demográfico, que se verificava  a nível nacional; a deslocação de um número cada vez maior de pessoas da cidade para a periferia em busca, não só de um ambiente qualitativamente mais satisfatório, como pelo uso generalizado do automóvel; e ainda pelo significativo êxodo rural provocado pela crescente industrialização do litoral a norte do Sado e particularmente da zona de Lisboa. 
A 8 de Outubro de 1965 concretiza-se o projecto. O Colégio Marista de Carcavelos torna-se uma realidade. 
Nos três primeiros anos, o Ministério da Educação (M.E.N.) autoriza o funcionamento do Colégio a título provisório. Em 23 de Outubro de 1969,  pelo despacho ministerial nº 1901, foi concedido o Alvará à Congregação Marista para o funcionamento de um estabelecimento de ensino particular, denominado Colégio Marista de Carcavelos, com lotação máxima de 768 alunos, dos quais 240 poderiam ser internos. Actualmente o colégio funciona em regime de paralelismo pedagógico.
Durante os primeiros anos acolheu somente alunos do sexo masculino. Foi no ano lectivo de 1971/72 que o colégio abriu as suas portas ao sexo feminino. 
A escassez de escolas públicas na zona, na explosão de acesso à educação que se acentuou com o 25 de Abril, conduziu à celebração de um acordo de cedência de cerca de dois terços das instalações do colégio para a nascente Escola Secundária de Carcavelos. Esta situação durou de 1978 a 1986. A recuperação total das instalações criou condições físicas para um crescimento acentuado dos alunos. Rapidamente ultrapassou a barreira dos mil alunos até atingir actualmente mais de mil e seiscentos.

Hino

LETRA
Prof.ª Maria do Anjo e Ir. António Leal

MÚSICA
João Mota Oliveira

ORQUESTRAÇÃO
Helder Godinho

GRAVADO POR:
http://www.clavedesoft.pt/
GRAVARAM O HINO
Prof.ª Marta Paulo
Ana Cláudia Barros
Ana Filipa Costa
Filipa Carvalho
Filipa Lopes
Isabel Sousa
Joana Coelho
Joana Gonçalves
Margarida Calado
Sofia Contrim

Missão, Visão e Valores

"Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus"
 
O Colégio Marista de Carcavelos participa na missão docente da Igreja Católica e faz do Evangelho e da vivência Marial, as fontes dinamizadoras da sua acção educativa e do seu apostolado.
A nossa missão é educar crianças e jovens, segundo a óptica do nosso fundador, S. Marcelino Champagnat, tornar Jesus Cristo conhecido e amado, formar «bons cristãos e virtuosos cidadãos».
É este o grande farol que ilumina e dirige toda a caminhada de uma Escola Marista, voltada para a Educação Integral e sólido Ensino de Qualidade. Orientamo-nos para uma pedagogia integrada em que fé, cultura e vida se harmonizam, segundo quatro linhas fundamentais:
 
1. O processo educativo Marista é iluminado pela Fé. Os educadores devem ser “apóstolos da juventude”, evangelizando pelo testemunho das suas vidas. A Virgem Santíssima Maria, carinhosamente chamada de Boa Mãe, é modelo de educadora, tal como o foi para o Santo fundador, pela disponibilidade, ternura e abnegação. A simplicidade, a humildade, a autenticidade, o amor ao trabalho, o espírito de família, valores que Maria viveu, sendo mãe de Jesus, são valores que os jovens Maristas devem viver com convicção e fé, por oposição ao individualismo, à prevalência do ter sobre o ser e do levar vantagem sobre tudo e todos.
 
2. A educação deverá conciliar a informação com a formação. Orientar o aluno para a descoberta e o incremento dos valores humanos, o respeito pela dignidade da pessoa humana e a educação dos valores afectivos, o companheirismo, a amizade, a solidariedade, o amor, a fidelidade, etc.
 
3. Na actividade educativa, o aluno é o principal protagonista da sua própria educação. É responsabilizado, como pessoa, para responder positivamente às influências do meio em que vive, proporcionando-lhe os meios necessários e adequados para a sua educação integral, em constante colaboração com a família.
 
4. A finalidade do nosso Projecto Educativo Marista é ajudar o aluno a integrar-se plenamente na sociedade.

Estilo Educativo

Para educar é preciso amar
 
O nosso estilo educativo fundamenta-se numa visão verdadeiramente integral da educação: procura conscientemente comunicar valores.
Utilizamos uma metodologia pedagógica peculiar que Marcelino Champagnat e os primeiros Maristas iniciaram e que foi inovadora sob muitos aspetos.
Damo-nos conta que, para bem educar as crianças e os jovens, é preciso amá-los, e amá-los por igual. Segundo este princípio, as características peculiares do nosso estilo educativo são a presença, a simplicidade, o espírito de família, o amor ao trabalho e o ter Maria como modelo.
 
Educamos, sobretudo, pela presença junto dos jovens, demonstrando que nos preocupamos por eles pessoalmente. Para além da nossa dedicação profissional, oferecemos-lhes também o nosso tempo. Estabelecemos com eles uma relação baseada na afeição que propicia um clima favorável à aprendizagem, à educação para os valores e ao amadurecimento pessoal.
A nossa simplicidade manifesta-se no trato com os jovens, através de uma relação autêntica. Tal simplicidade é fruto da unidade entre pensamento e coração, caráter e ação, e deriva do facto de procurarmos ser sinceros connosco mesmos e com Deus.
 
O grande desejo e a herança do padre Champagnat é que nos relacionemos uns com os outros e com os jovens como membros de uma família em que todos se amam.
 
Através de uma pedagogia do esforço, procuramos que os jovens adquiram um caráter e uma vontade firmes, uma consciência moral equilibrada e valores sólidos em que se fundamente a sua vida. Apostamos na motivação e no projeto pessoal. Promovemos o trabalho em equipa e ajudamos os jovens a adquirir um espírito de cooperação e sensibilidade social para servirem os que têm mais necessidade.
 
Maria é o modelo perfeito do educador marista, como o foi para Marcelino. Maria, mulher leiga, primeira discípula de Jesus, orienta o nosso caminho na fé. Como educadora de Jesus de Nazaré, inspira o nosso estilo educativo.
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