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Desporto | Modalidades

ESCALADA

“A escalada pode ser definida como uma progressão, com possível risco de queda, num terreno rochoso ou em estruturas artificiais, de inclinação acentuada, na vertical, em supremo ou mesmo em teto, usando os pés e as mãos e geralmente também material de segurança e/ou progressão.

O ato de trepar remonta às origens do homem, mas é usual considerar que a escalada começa a ser praticada com as primeiras ascensões sistemáticas nos Alpes (século XVIII), confundindo-  -se com a própria origem do alpinismo, de que é disciplina base: escalada em rocha. As técnicas de escalada em rocha desenvolveram-se um pouco tardiamente. Até aos anos 80 do século XX, os alpinistas centraram a sua atenção na conquista das mais altas montanhas dos Alpes pelas vias mais acessíveis, sendo estas raramente rochosas. As primeiras escaladas no Meije e posteriormente no Grépon (maciço do Monte Branco) marcaram a transição para itinerários com partes rochosas.

Em Portugal, a escalada em rocha expandiu-se para além do “terreno de jogo” montanhoso, pratica-se em falésia (onde a escalada desportiva atrai um grande número de adeptos), blocos (designando-se “bouldering”) e edifícios ou muros de escalada (“buildering”). Hoje em dia, os montanhistas (ou melhor, os montanheiros) continuam a escalar em falésias, praticando, numa perspetiva de treino e/ou lazer, a escalada livre (“free climbing”) e a autoproteção (colocação de pontos de seguro), a fim de atacarem vias rochosas em montanha ou alta montanha. Na escalada limpa ou ecológica (“clean climbing”), uma variante da escalada livre resultante da escola de Yosemite Valley (Califórnia), utiliza-se somente autoproteção com seguros que não danifiquem a rocha: vias abertas a entalador. Na escalada desportiva (outra variante da escalada livre), procuram-se as altas cotações ao longo de vias curtas (geralmente 20 a 30 metros de altura ou raramente ultrapassando três largos), equipadas com seguros fixos (spits, pernos ou tiges) e, por vezes, em situações extremas, as expresses, colocadas previamente. Diferentes conceções! O “terreno de jogo” possibilita múltiplas abordagens da rocha e o essencial em escalada é que esta se pratique com satisfação e segurança.

Devido à intensa componente física (e psicológica) que a escalada comporta, esta é considerada um desporto. No entanto, até aos anos 80 do século XX, altura em que surgem os primeiros campeonatos de escalada na Europa Ocidental, não se considerava esta atividade como sendo um desporto, por não existirem competições convencionais com classificações, eliminatórias, árbitros e um público sempre pronto a aplaudir. As competições desportivas, ao terem lugar, em geral, em recintos equipados segundo normas e regras precisas (tal como acontece atualmente na escalada indoor) contrastam marcadamente com a escalada em paredes rochosas na vastidão da Natureza pura e selvagem.

Trepar é, quando o terreno o exige, a única forma de progredir. No entanto, para escalar uma parede rochosa é necessário conhecer os equipamentos e as técnicas empregues. E, sobretudo, “saber fazer”. O domínio das técnicas usadas é imprescindível para aqueles que se aventuram na vertical. A recompensa traduz-se nas ímpares vistas panorâmicas. Escalar, para além da componente física, será também atracão pela liberdade dos vastos espaços verticais, pela grandiosa beleza do mundo mineral, pela simplicidade e rusticidade.”

(P.C., jun. 2013 / adaptado de Guia de Montanha – Manual Técnico de Montanhismo I, 2010)

No Colégio Marista de Carcavelos, a Escalada tornou-se uma atividade desportiva extracurricular com a construção do Pavilhão Gimnodesportivo em 2008. Desde essa data, a modalidade tem vindo a crescer, quer ao nível do número de praticantes, como também ao nível da qualidade de prática e ensino. Conta em  média com 20 alunos anuais, praticantes regulares.

No Colégio Marista de Carcavelos existem duas infraestruturas de prática de Escalada, são elas a Sala de “Bouder”, com cinco placas de vários níveis de inclinação e o “Rocódromo”, com oito vias de escalada. Temos, pois, cerca de 200 metros quadrados de área escalável.

Poderás praticar Escalada todos os dias da semana, das 16 horas e 30 minutos às 18 horas.

Atualmente, temos dois professores de Escalada:  António Ramos e Mariana Pinto Abreu.

 


18ª GALA DO DESPORTO DE CASCAIS

 

“Tudo começa nas pessoas”

No passado dia 21 de janeiro de 2018, realizou-se a 18ª Gala do Desporto de Cascais, onde foram homenageados os atletas de Cascais, pela ambição, pelo talento e pelos resultados obtidos no ano transato de 2017.

O Sr. Presidente Carlos Carreiras, que presidiu ao evento, estende a sua homenagem aos clubes de Cascais e às famílias dos atletas pelo apoio e excecional trabalho com os seus atletas.

Esta homenagem foi dirigida aos atletas federados do conselho de Cascais, pelos títulos alcançados.

Estiveram presentes nesta edição cerca de 400 pessoas do universo desportivo do conselho, representando 25 clubes de Cascais e 24 federações, em 32 modalidades desportivas.

Em representação da Direção do Colégio Marista de Carcavelos acompanhou-nos a Vice-diretora Professora Carla Freitas Monteiro.

O programa do evento foi dividido em 3 momentos, entrega dos prémios aos homenageados, atuação do Chapitô e entrega de prémios aos melhores do ano.

Desde 2011 a nossa Escalada, modalidade praticada no colégio à 10 anos, fez-se representar entre os melhores do conselho de Cascais.

Cinco foram os atletas dos Maristas de Carcavelos a serem homenageados:

   Joana Silva - Campeã Nacional de Dificuldade e Boulder       Infantil A

   João Matos – Campeão Nacional de Boulder   Infantil A

   Sara Ramos – Campeã Nacional de Dificuldade Infantil B

   Miguel Brito – Campeão Nacional de Dificuldade e Boulder   Infantil B

   Teresa Coimbra – Campeã Nacional de Dificuldade e   Boulder Juvenil

 

 

 

 

 

Este ano e como resultado da nossa participação como Clube na Gala de Desporto de Cascais desde 2011 o Colégio foi também proposto para o prémio “Club do Ano”. A atleta Teresa Coimbra foi proposta para “Esperanças Femininas”.

Balanço da participação da Escalada na Gala do Desporto de Cascais entre os anos 2011 a 2017:

Com 5 troféus: Mariana Pinto Abreu (2011 a 2015) e Bernardo Castro (2011 a 2015);

Com 4 troféus: Sara Pestana Ramos 8ºB (2014 a 2017);

Com 3 troféus: Pedro Martinho (2013 a 2015) e Pedro Monteiro 12º1A (2011, 2012 e 2014);

Com 2 troféus: João Matos 6ºC (2016 e 2017), Teresa Coimbra (2015 e 2017), Gonçalo Monteiro 12º1B (2015 e 2016) e Duarte Pereira (2013 e 2014);

Com 1 troféu: João Margarido (2011), António Neto 9ºD (2015), João Castro (2015), Bela Castilhano (2013), Guilherme Veríssimo (2012), Joana Silva 5ºB (2017), Miguel Brito 8ºD (2017), Mariana Pestana Santos 11º4 (2016) e Lourenço Preto 11º1D (2016).

Em 2015 recebemos também o troféu de Equipa Vencedora.

Aos cinco vencedores deste ano e a todos os vencedores de anos anteriores o meu agradecimento e muitos parabéns!!!

António Ramos

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